ESPECIAL | CRONISTA DO MÊS #2
Ele
"Por vezes, me vejo perdido em olhares que distribuo. Não olhares de alguém que só observa, mas sim, olhares de desejo. Alguém que transborda o meu ser racional, outro eu, que se atiça com qualquer um dos sentidos, seja o olfato que já o deixa em êxtase, ou o irresistível prazer que apenas o tato o trás.
Por vezes, ele toma o controle do meu corpo. Como um ser noturno, se sente a vontade em ambientes escuros. É fácil de ser identificado. Como um animal, age apenas pelo extinto; não importando o quão imoral aos outros pareça. Por vezes, prefere o plural ao singular. Com qualquer que seja, para esse tal não existe a ideal. Ele quer apenas doses gigantescas delas, para que, talvez possa saciar a sua sede. Não se interessa por seus nomes ou qualquer outra particularidade; o único contato que o apetece é o carnal.
Ele sente uma raiva quase incontrolável do meu outro eu, pois quase nada têm em comum. Cada vez que me apaixono por um sorriso, ao invés de, uma bunda; ou e…
"Por vezes, me vejo perdido em olhares que distribuo. Não olhares de alguém que só observa, mas sim, olhares de desejo. Alguém que transborda o meu ser racional, outro eu, que se atiça com qualquer um dos sentidos, seja o olfato que já o deixa em êxtase, ou o irresistível prazer que apenas o tato o trás.
Por vezes, ele toma o controle do meu corpo. Como um ser noturno, se sente a vontade em ambientes escuros. É fácil de ser identificado. Como um animal, age apenas pelo extinto; não importando o quão imoral aos outros pareça. Por vezes, prefere o plural ao singular. Com qualquer que seja, para esse tal não existe a ideal. Ele quer apenas doses gigantescas delas, para que, talvez possa saciar a sua sede. Não se interessa por seus nomes ou qualquer outra particularidade; o único contato que o apetece é o carnal.
Ele sente uma raiva quase incontrolável do meu outro eu, pois quase nada têm em comum. Cada vez que me apaixono por um sorriso, ao invés de, uma bunda; ou e…